Oi, Drummond.

 As vezes quero dialogar por aqui, no virtual.

Ando tentando parar de mexer no celular, até instalei um aplicativo para isso. 

Tecnologia para parar de mexer com tecnologia. A patologia.

Seguimos cansadas, ao mesmo tempo sabemos o porquê e em outro momento perco o sintoma, mas jamais a doença.

Cansei de apagar e transferir... deixei ser.

No fim dos fatos os bloggers morreram, as redes sociais vivem como narciso e eu sigo doente de tecnologia. Mamãe não gosta que me refiro a palavra 'doente' para lidar com as redes sociais e celulares e tudo mais. Porém, o que seria denominado? há abstinência, além de ansiedade, me falta ar para seguir sadia. Já não sinto mais que tenho tempo e tudo se foi da mesma forma que veio.

Cansada, mas de que? se passo o dia deitada, como se os 20 anos estivessem estacionados e a energia em conserva para quando eu bem quiser despila. Piscarei, ali já não serei eu. Jamais foi.

Sei que ando existencial, fico assim depois de janeiro, no final dele especificamente.

Deixe-me em paz, para que eu possa ser amarga antes das rugas e dores nas costas.

Te consto que á existi esperançosa nesse inferno de país, já dei gargalhadas em alguns momentos, hoje apenas nervosismo me perpassa a face. Queria te pedir para não me procurar, fui e sigo em abstinência incessante. Onde esta meu celular? Os storys não acabaram e eu sigo desempregada, falha nos estudos e triste com o calor deste mês. Acho que vou ler, o esforço parece insistir, gosto dele as vezes. Hoje não. 

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